Como os órgãos de investigação não podem ser parciais, espera-se que, efetivamente, abram a caixa-preta da imprensa de Araguari. Sem generalizações. Mas, não basta investigar as condutas de apenas um dos grupos políticos do município. É preciso aprofundar. Como foram os gastos com publicidade em gestões anteriores? E com outros veículos de comunicação? De que forma são pagas as propagandas de vereadores em emissoras de rádios e jornais? Por que existem tantos radialistas e jornalistas ocupando cargos comissionados (sem vínculo efetivo) nos Poderes Executivo e Legislativo? Esses profissionais realmente trabalham em órgãos públicos? Ou em jornais e emissoras de rádio? Os contratos para publicação do Correio Oficial foram celebrados e estão sendo executados dentro da legalidade? Quem são os integrantes da comissão de licitação da publicidade e quais a ligações destes com políticos logais? Enfim, são inúmeras perguntas que permanecem sem respostas.
Rádio Viola - Araguari-MG - 100% caipira!
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Parabéns aos envolvidos!
Graças a uma decisão do presidente da República, motoristas, como esse flagrado, por um radar móvel, a 250 km/h em uma rodovia federal, não serão mais multados. Essa medida irá potencializar o risco de acidentes. Mais mortes nas estradas.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Tá liberado?
O transporte de autoridades pelos aviões da FAB é regulamentado pelo decreto 4.244 de 2002. O texto prevê viagens “somente” do vice-presidente, ministros de Estado, dos chefes dos três Poderes e das Forças Armadas. O decreto não autoriza expressamente o embarque de pessoas sem cargo ou função pública e nem de congressistas, mas deixa uma brecha aberta ao pedir às autoridades uma lista sobre a quantidade dos passageiros que irão viajar com elas.
Leia reportagem completa de Leandro Prazeres no Globo.
terça-feira, 13 de agosto de 2019
Operação do Gaeco apura desvio de verbas publicitárias em Araguari
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia, em parceria com a Polícia Civil e Polícia Militar, realizou na manhã desta terça-feira (13) uma operação para combater um esquema de desvio de verbas publicitárias que envolve secretários e servidores municipais de Araguari.
Uma licitação para serviços de comunicação no valor de R$ 3 milhões foi o objeto principal da investigação. Foi expedido um mandado de prisão preventiva contra o secretário de Gabinete, Marco Antônio Farias, que ainda não havia sido localizado. Há, também, uma ordem judicial de afastamento do secretário de Educação, Werlei Ferreira de Macedo.
De acordo com o Gaeco, os secretários podem responder por lavagem de dinheiro, fraude em licitações, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva.
Como funcionava o esquema?
Segundo o Gaeco, o esquema ilegal de 2017 envolve um contrato de 12 meses de cerca de R$ 3,5 milhões. Conforme a denúncia, os dois secretários eram donos de um grupo de comunicação e teriam ido atrás do vencedor da licitação para alinharem negócios em conjunto, o que é uma prática ilegal.
Os secretários, donos de fato da agência, tinham influência para conduzir os processos licitatórios e direcionar os recursos ao grupo, depois que se uniam ao já esperado vencedor da licitação, que, então, se juntava ao esquema.
Para legitimar a operação, nomes de parentes e outros laranjas eram usados para representar “oficialmente” as empresas. A legislação que respalda a atuação do servidor público impede que funcionários em cargos comissionados sejam donos de empresas que recebam verbas públicas.
Uma licitação para serviços de comunicação no valor de R$ 3 milhões foi o objeto principal da investigação. Foi expedido um mandado de prisão preventiva contra o secretário de Gabinete, Marco Antônio Farias, que ainda não havia sido localizado. Há, também, uma ordem judicial de afastamento do secretário de Educação, Werlei Ferreira de Macedo.
De acordo com o Gaeco, os secretários podem responder por lavagem de dinheiro, fraude em licitações, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva.
Como funcionava o esquema?
Segundo o Gaeco, o esquema ilegal de 2017 envolve um contrato de 12 meses de cerca de R$ 3,5 milhões. Conforme a denúncia, os dois secretários eram donos de um grupo de comunicação e teriam ido atrás do vencedor da licitação para alinharem negócios em conjunto, o que é uma prática ilegal.
Os secretários, donos de fato da agência, tinham influência para conduzir os processos licitatórios e direcionar os recursos ao grupo, depois que se uniam ao já esperado vencedor da licitação, que, então, se juntava ao esquema.
Para legitimar a operação, nomes de parentes e outros laranjas eram usados para representar “oficialmente” as empresas. A legislação que respalda a atuação do servidor público impede que funcionários em cargos comissionados sejam donos de empresas que recebam verbas públicas.
Fonte: Portal G1.
Dodge segurou investigações sobre Bolsonaro enquanto articulava recondução
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, manteve paradas por mais de 120 dias investigações sobre o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Entre os casos, estão a apuração de Wal do Açaí e Nathalia Queiroz, filha de Fabrício Queiroz. No período, Dodge articulava a recondução ao cargo de chefe da PGR por mais dois anos.
Somente na última terça-feira (6), Dodge desengavetou os papéis e os mandou de volta para a primeira instância. Desde o início da semana passada, seu nome perdeu força na disputa para seguir no posto.
Um dos casos em apuração é o de Wal do Açaí. Moradora de Angra dos Reis (RJ), Walderice Conceição atuou como funcionária fantasma na época em que o hoje presidente era deputado federal, conforme revelou a Folha.
O outro caso envolve Nathalia Queiroz, que estava ligada ao gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara ao mesmo tempo em que atuava como personal trainer, situação também revelada pela Folha. Ela é filha de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que se tornou estopim de investigações contra o filho do presidente.
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
domingo, 11 de agosto de 2019
O que é ser pai?
Este vídeo me lembrou meu saudoso pai. Internado. Aguardava cirurgia. Passei algumas noites com ele no hospital. Certa madrugada, ele queria ir ao banheiro. Levantei. Perguntei se necessitava de ajuda. Mesmo carregando aquele suporte para soro, disse que não. Passos lentos. Foi e voltou. Antes de se deitar novamente, apanhou o cobertor que usava e me ofereceu. Está fazendo frio, disse ele. Agradeci. Teimoso, insistiu. Falei que não precisava e que o cobertor era pra ele. Por fim, acabou concordando. Esse fato me marcou. Mesmo passando por momentos difíceis, o senhor Antônio de Paulo, com seu eterno cuidado paterno, me deu mais uma lição de vida.
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