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domingo, 25 de agosto de 2019

Senador Flávio Bolsonaro frequenta academia usando carro oficial do Senado


Senador Flávio Bolsonaro usa o carro oficial para ir à academia (foto: André Borges, especial para o Metrópoles).

Brasília. Terça-feira, 20. Por volta das 10h37, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, deixou as dependências de uma academia no Setor de Clubes Sul, em Brasília, com uma mala nas mãos. Acompanhado por um segurança do Senado, dirigiu-se ao veículo oficial do Senado (placa 0017), conduzido por outro servidor público.

A reportagem feita pelos jornalistas André Borges e 
Thais Paranhos, do Metrópoles, informa ainda que o senador utilizou o veículo em situações não permitidas pela legislação. Cita, nesse sentido, a Lei nº 1.081/1950, que prevê que os veículos oficiais destinam-se exclusivamente ao serviço público. Menciona, ainda, o Regulamento do Senado, que exige "o controle diário do deslocamento de cada veículo, com o registro em fichas próprias”.

Não é a primeira vez, neste ano, que o Metrópoles flagra o uso de veículos oficiais do Senado em atividades particulares. Em três ocasiões, mostrou o veículo usado pelo senador 
Irajá Abreu(PSD-TO) esperando o parlamentar ou sua namorada saírem de uma academia de luxo no Setor de Clubes Sul (clique aqui). Em fevereiro, noticiou que o senador Romário (Podemos-RJ) foi visto em um bar na Asa Sul enquanto um veículo oficial da Casa esperava em frente ao local.

O outro lado

De acordo com o Metrópoles, o senador Flávio Bolsonaro "foi procurado ao longo de dois dias para se posicionar a respeito do uso recorrente do carro para ir à academia que frequenta, mas não enviou qualquer explicação sobre a utilização do carro oficial até a publicação desta reportagem."


Clique aqui e acesse a reportagem completa.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Vereadores gastam dinheiro público com rádios onde trabalham

A Câmara de Vereadores (você, contribuinte) vem indenizando os vereadores Carlos Machado e Paulo do Vale por gastos com a divulgação de atividade parlamentar feita na Rádio Planalto, emissora onde ambos trabalham como radialistas. Documentos recebidos pelo blog mostram que os dois vereadores foram indenizados em R$ 700, cada um, pelos serviços de divulgação feitos pela emissora no mês de janeiro deste ano.

Pedido de indenização formulado por Carlos Machado.

Nota fiscal emitida pela Rádio Planalto.
Autorização de pagamento dada pelo presidente da Câmara, vereador Wesley Lucas.


Pedido de indenização formulado por Paulo do Vale
Nota fiscal emitida pela Rádio Planalto.
Autorização de pagamento emitida pelo presidente da Câmara, vereador Wesley Lucas.







Será?


Será que o MP irá investigar os gastos da Prefeitura com publicidade em um jornal  cujo dono possui dois filhos que ocuparam cargos comissionados na Prefeitura?

A reforma da Previdência irá combater "privilégios"









Com a reforma da Previdência, uma privilegiada senhora de 59 anos, 11 meses e 29 dias de idade terá que trabalhar mais dois anos. Em compensação, sua aposentadoria que seria de R$ 2 mil irá "aumentar" para R$ 1.080,00.

Juiz condena Fernando Haddad por caixa dois na eleição de 2012

Ex-prefeito de São Paulo, Haddad foi condenado por falsidade ideológica para fins eleitorais.

O juiz Francisco Carlos Inouye Shintate, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, condenou Fernando Haddad pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais durante a eleição para a prefeitura de São Paulo, em 2012.

A sentença, proferida ontem (19/8), aplicou pena de quatro anos e seis meses de reclusão, em regime semiaberto. Haddad também foi condenado a pagar 18 dias-multa no valor de um salário mínimo vigente na época dos fatos.

Por outro lado, o magistrado absolveu o ex-prefeito de São Paulo de outras acusações, como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Para fundamentar a condenação, o juiz apontou 258 declarações falsas de despesas com gráfica na prestação de contas do então candidato à Prefeitura de São Paulo.

Ainda de acordo com a decisão, as gráficas contratadas não dispunham de funcionários suficientes para entregar os serviços. Também não foram comprovados consumo de energia elétrica, insumos e papel compatíveis para produção dos materiais de campanha.

O magistrado condenou, também, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Ele recebeu pena de dez anos de reclusão por lavagem de dinheiro e ocultação de bens. A decisão afirma que o ex-tesoureiro pediu o pagamento de R$ 2,6 milhões em favor de uma das gráficas envolvidas no caso, com valores de origem ilícita de Ricardo Pessoa, empreiteiro da UTC.


As partes ainda podem recorrer dessa decisão.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Presidência da República gastou R$ 5,8 milhões com cartão de crédito em 6 meses



De acordo com dados do Portal da Transparência, a Presidência da República gastou, no primeiro semestre do ano, R$ 5,8 milhões com o cartão corporativo (Cartão de Pagamento do Governo Federal - CPGF). O detalhamento dessas despesas, como data em que ocorreram, quem recebeu e por qual serviço recebeu, não é divulgado. Para o governo, esses dados são sigilosos.

O valor desembolsado de forma secreta pela Presidência da República no primeiro semestre de 2019 já representa uma elevação de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Em seis meses, a gestão de Jair Bolsonaro já gastou R$ 788.821 a mais do que a de Michel Temer.

Quando deputado federal, Jair Bolsonaro era um crítico ferrenho da falta de transparência dos governos petistas. Em 2008, durante discurso na Câmara dos Deputados, desafiou o PT a abrir os dados com as despesas do cartão corporativo do governo federal.

Saiba mais

O Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) é um meio de pagamento utilizado pelo governo que funciona de forma similar ao cartão de crédito que utilizamos em nossas vidas, porém dentro de limites e regras específicas. O governo utiliza o CPGF para pagamentos de despesas próprias, que possam ser enquadradas como suprimento de fundos.

Para acompanhar as despesas com o CPGF no Portal, acesse Cartões.

sábado, 17 de agosto de 2019

Improbidade administrativa?!

Exoneração do servidor, publicada no Diário Oficial da União de 28 de março de 2019 (clique aqui).

O Ministério Público Federal (MPF), em Brasília-DF, instaurou inquérito para averiguar se o presidente da República, Jair Bolsonaro, cometeu ato de improbidade ao exonerar José Olímpio Augusto Morelli, servidor do Ibama que o havia multado em R$ 10 mil por pesca irregular. Bolsonaro cometeu a infração em uma estação ecológica no litoral do Rio de Janeiro, em janeiro de 2012, quando ainda era deputado.

Desde 2018, o servidor ocupava cargo comissionado de chefia no Centro de Operações Aéreas do Ibama, autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.  Foi exonerado por meio da portaria publicada no Diário oficial da União em 28 de março deste ano.


Inquérito apura se o ato se caracteriza como desvio de finalidade (abuso de direito), que ocorre quando o agente público pratica ato dissimulado, ou seja conduta com finalidade diversa daquela prevista em lei (uso da exoneração como uma espécie de punição velada).

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