Rádio Viola - Araguari-MG - 100% caipira!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Dia do Basta
Parabéns aos organizadores do movimento! Que este seja o primeiro de muitos. A democracia agradece.
Este blog apoia este e outros eventos em prol da melhoria da gestão pública em Araguari e no Brasil.
Continua matagal na rua Palma
Fonte: Tv Vitoriosa (Programa Linha Dura Araguari).
Pitaco do blog
Tudo que foi falado no post anterior cai como uma luva neste outro caso. Impostos sobem. Qualidade dos serviços públicos desce. No meio da gangorra, tomando porrada dos dois lados, você, cidadão-contribuinte.
Recapeamento não agrada moradores no centro de Araguari
Fonte: Reportagem da TV Vitoriosa (Programa Linha Dura Araguari).
Pitaco do blog
Fácil perceber: falta manutenção. Entretanto, sobram impostos e taxas de serviços urbanos. Demonstramos aqui o quanto aumentou, nos últimos anos, a arrecadação com as taxas de conservação de vias e logradouros públicos. Infelizmente, a qualidade dos serviços não segue essa tendência. Por que será?!
Vejam os seguintes posts sobre o aumento da arrecadação do município com as taxas de serviços urbanos:
O "Novo Modelo de Tributação" e as mentiras sobre as taxas
O golpe: aumentos de até 678% nas taxas de serviços urbanos
Problema de esgoto na rua Planaltina
Pitaco do Blog
Os moradores vêm convivendo com esse problema há tempos.
Desta feita, a reportagem conseguiu uma resposta satisfatória da SAE. Obteve uma promessa de realização da obra.
Para finalizar, interessante observar que, até para receber um serviço público básico, os moradores têm que se valer de veículos de comunicação social. Isso mostra a força de rádios, TVs e jornais na cidade. Por outro lado, demonstra que, em certos casos, o poder público é incapaz de agir se não for pressionado pelos cidadãos e pela imprensa.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Mais uma maquete.
Acertei na mosca! Calma! Não sou vidente. O governo é que é previsível demais.
Vejam a Coluna Em Foco, Correio de Araguari (jornal subsiado pela Prefeitura de Araguari):
"MAQUETE
A Prefeitura vai instalar uma maquete do Parque Linear que será implantado ao longo do Córrego Brejo Alegre, na projeção da Ac. Cel. Theodolino Pereira de Araújo, no segmento entre a Av. Minas Gerais e Teodoreto Veoloso de Carvalho – Hugo Carlos Dorázio. A maquete ficará a montante do Parque, junto à Av. Minas Gerais."
Espero que algum integrante do governo tenha argumentos razoáveis para justificar, primeiro, a necessidade dessa "maquete" e, segundo, quanto custará mais essa "brincadeira" com o dinheiro público.
Clique aqui para outro post sobre o assunto.
Vejam a Coluna Em Foco, Correio de Araguari (jornal subsiado pela Prefeitura de Araguari):
"MAQUETE
A Prefeitura vai instalar uma maquete do Parque Linear que será implantado ao longo do Córrego Brejo Alegre, na projeção da Ac. Cel. Theodolino Pereira de Araújo, no segmento entre a Av. Minas Gerais e Teodoreto Veoloso de Carvalho – Hugo Carlos Dorázio. A maquete ficará a montante do Parque, junto à Av. Minas Gerais."
Espero que algum integrante do governo tenha argumentos razoáveis para justificar, primeiro, a necessidade dessa "maquete" e, segundo, quanto custará mais essa "brincadeira" com o dinheiro público.
Clique aqui para outro post sobre o assunto.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Faltam medicamentos, mas sobram desculpas esfarrapadas
Ontem, na sessão da Câmara, a questão da falta de medicamentos na Farmácia Municipal gerou alguns debates. Todos aparentemente se mostraram preocupados, por exemplo, com o fato de as empresas atrasarem a entrega dos medicamentos. A questão é simples. Passa pela má gestão pública.
Primeiro, a Farmácia Municipal foi criada, mas não tem quadro de pessoal próprio. Não fizeram concurso sequer para Farmacêutico.
Segundo, há uma relação estranha entre as Secretarias de Saúde e de Administração com os fornecedores. O "caso do mamógrafo e do marmitex" comprova isso. Se a relação for "promíscua", como a Prefeitura poderá exigir que as empresas entreguem os medicamentos na forma combinada?
Terceiro, o assessoramento juridico da Secretaria de Saúde é deficiente (na verdade, inexistente). A Pasta é extremamente dependente da Secretaria de Administração e da Procuradoria-Geral do município. Por causa dessa burocracia, muitas vezes, faltam equipamentos e insumos básicos na Saúde por atraso em compras e licitações que são centralizadas. Não estaria na hora de se dar mais autonomia à Pasta da Saúde? A resposta a essa pergunta caberia ao prefeito, que foi eleito para administrar a máquina pública, mas parece que não se preocupa muito com a população.
Quarto, existe uma saída fácil para a situação, mas parece que ninguém quer enxergar. Bastaria fazer licitações periódicas para registro de preços. Nesse caso, o município não seria obrigado a comprar, mas teria, a todo tempo, todos os medicamentos necessários à disposição. Apesar de a solução ser tecnicamente fácil, o município prefere agir de forma amadora e ineficiente, como ocorreu no caso da compra de medicamentos superfaturados.
Primeiro, a Farmácia Municipal foi criada, mas não tem quadro de pessoal próprio. Não fizeram concurso sequer para Farmacêutico.
Segundo, há uma relação estranha entre as Secretarias de Saúde e de Administração com os fornecedores. O "caso do mamógrafo e do marmitex" comprova isso. Se a relação for "promíscua", como a Prefeitura poderá exigir que as empresas entreguem os medicamentos na forma combinada?
Terceiro, o assessoramento juridico da Secretaria de Saúde é deficiente (na verdade, inexistente). A Pasta é extremamente dependente da Secretaria de Administração e da Procuradoria-Geral do município. Por causa dessa burocracia, muitas vezes, faltam equipamentos e insumos básicos na Saúde por atraso em compras e licitações que são centralizadas. Não estaria na hora de se dar mais autonomia à Pasta da Saúde? A resposta a essa pergunta caberia ao prefeito, que foi eleito para administrar a máquina pública, mas parece que não se preocupa muito com a população.
Quarto, existe uma saída fácil para a situação, mas parece que ninguém quer enxergar. Bastaria fazer licitações periódicas para registro de preços. Nesse caso, o município não seria obrigado a comprar, mas teria, a todo tempo, todos os medicamentos necessários à disposição. Apesar de a solução ser tecnicamente fácil, o município prefere agir de forma amadora e ineficiente, como ocorreu no caso da compra de medicamentos superfaturados.
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