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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Araguari não tem Plano de Saneamento Básico

Reportagem do G1 mostra que Araguari não entregou o Plano Municipal de Saneamento Básico ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari. Outros 14 municípios fizeram o dever de casa e apresentaram o referido plano.
Segundo essa fonte, 97% do esgoto de Araguari é coletado, mas desse montante apenas 17% é tratado. 
Dois fatos preocupantes: 
1º. a omissão na elaboração do referido plano impede a obtenção de financiamentos para o setor; e
2º. a deficiência no saneamento básico produz efeitos negativos sobre a saúde pública e o meio ambiente. 
Mas, em Araguari, tá tranquilo, tá favorável...

31/03/2016 20h13 - Atualizado em 31/03/2016 20h13

Araguari não entrega Plano Municipal de Saneamento Básico

Cidade sofre com a baixa porcentagem de esgoto tratado.
Plano é pré-requisito para captação de recursos para obras no setor.

Do G1 Triângulo Mineiro
Diferentemente de outras 14 cidades, Araguari não entregou o Plano Municipal de Saneamento Básico ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Araguari, em reunião nesta quinta-feira (31), em Uberlândia. O plano é um pré-requisito para captação de recursos para obras no setor.
Os Planos Municipais são compostos por quatro pilares básicos: abastecimento urbano, esgotamento sanitário, drenagem de águas pluviais e gestão de resíduos sólidos. Os planos foram elaborados com base em Lei Federal que estabelece diretrizes para o saneamento básico no País.
De acordo com Sandra Salomão Montes, gerente técnica da Superintendência de Água e Esgoto (SAE), 97% do esgoto urbano de Araguari é coletado, mas somente 17% passam pelo tratamento. A maioria das casas do Município usa fossa séptica e, em bairros mais elevados, o esgoto acaba voltando para as casas algumas vezes.
O Município possui um aterro sanitário que, de acordo com a segunda projeção feita pelo Plano Municipal, produziu diáriamente 70,4 toneladas de resíduos em 2015.
De acordo com o superintendente da SAE, José Flávio De Lima Neto, há um projeto para investir aproximadamente R$ 200 milhões para construção de uma estação de tratamento que poderá tratar 100% do esgoto do Município.
Em relação ao Plano Municipal de Saneamento Básico, o projeto precisa ser votado na Câmara de Vereadores da cidade para poder virar lei.
Clique aqui e veja a reportagem.

sábado, 26 de março de 2016

Moradora reclama de buracos em rua do Santa Helena


"Estamos enfrentado problemas com um buraco na rua há mais de um ano.
Achamos que é problema com a rede de água pois, quando chove, jorra água para cima.
Pode estar perfeito o asfalto que ele abre todo. A água da chuva da rua Monte Alegre passa por essa rua. Achamos que deve estar com problemas a canaletas de água
." Reclamação feita por uma moradora do bairro Santa Helena.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Vereadores de Araguari querem censurar fotógrafo




Alguém se lembra desse episódio? Pois bem, ele continua acontecendo, muitas vezes de forma velada, mas mal escondida sob uma capa de aparente legalidade.

Tarja Preta: mais 15 réus


Foi lá no sertão de Goiás, longe do Brejo Alegre. A Tarja Preta tem novos réus. Desta vez, segundo o Diário de Goiás, o Ministério Público denunciou 15 (quinze) pessoas que participaram do esquema de corrupção. São servidores municipais de Cromínia-GO e empresários da área da saúde. Entre os réus, Milton Machado Maia, vendedor de produtos médicos e hospitalares, que nas escutas telefônicas captadas pelo Ministério Público de Goiás, falava de seus contatos com agentes públicos do município de Araguari. Há, inclusive, informação de que receberia uma lista de medicamentos para a assinatura de um contrato emergencial com o município.

Mais um lixão nascendo...




Lixão se formando no Porto dos Barreiros, KM 20. De quem será a responsabilidade?! Só de quem descarta resíduos sólidos em lugar indevido?! Ou também de quem não fiscaliza?!

terça-feira, 15 de março de 2016

Gabriel o Pensador - Até Quando?

Conselheiros do Tribunal de Contas do DF sofrem ameaças



Fiscalizar a gestão pública com o rigor necessário tem seu preço. E não é baixo. Conselheiros do Tribunal de Contas do Distrito Federal foram ameaçados de morte. Por quê? Possivelmente porque determinaram que militares (policiais e bombeiros) devolvessem valores recebidos indevidamente dos cofres públicos. Os militares, ao se transferirem para a reserva (um espécie de  aposentadoria), declaravam que iriam residir em outros estados para receber uma indenização de transporte (pagamento das despesas com transporte de mudança e passagens para o militar e seus parentes). Mas, conforme o tribunal apurou, muitos desses policiais embolsaram a indenização pela mudança, mas nunca foram ao local de destino.

Clique aqui e leia a matéria completa no G1.



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