| Milton Júnior Do Contas Abertas |
Os gastos dos senadores com serviços médico-hospitalares, odontológicos e laboratoriais quase duplicaram neste ano, em relação à despesa de todo o ano passado. Em 2009, a Casa Legislativa reembolsou cerca de R$ 26,5 milhões aos parlamentares e servidores que precisaram de algum tipo de tratamento. Neste ano, até o último dia 11, a despesa já atingiu cerca de R$ 40,6 milhões. Atualmente, não há limite para despesas médicas que beneficiam o parlamentar em atividade, cônjuge e dependentes com até 21 anos ou até 24, se universitários. O benefício também é extensivo aos ex-senadores que exerceram mandato como titular e aos familiares. (..) Ao todo, os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) já desembolsaram cerca de R$ 1,9 bilhão na saúde de seus servidores. Estima-se que até o fim deste ano o valor fique próximo a R$ 2,3 bilhões – mesmo montante gasto nos 12 meses do ano passado. Para se ter uma ideia do volume empreendido, basta lembrar que, em 2009, o Ministério da Saúde aplicou cerca de R$ 2,4 bilhões no programa federal de “vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos”, de incentivo financeiro a estados e municípios na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e controle de surtos e epidemias como a dengue e a malária. Leiam a notícia completa em Pitaco do Blog Esses 40 milhões gastos com a saúde física e mental dos nossos Senadores seriam suficientes para se contruírem 10 hospitais municipais em Araguari. Ou não? |
Rádio Viola - Araguari-MG - 100% caipira!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Senado gasta R$ 40,6 milhões com tratamentos médicos e dentários
Matutando...
Mais um buraco do Coelho
Não adianta tampar o sol com a peneira. A Prefeitura comeu mosca. É inconcebível deixar aquela valeta aberta no Bairro Vieno. Pior: sem sinalização. O proprietário do veículo acidentado tem direito à indenização.O município irá pagar por isso. Ou melhor, nós iremos pagar por isso. É justo que ele receba. Mas não é justo que nós paguemos, mais uma vez, pela incompetência de agentes públicos.
Cidadãos de segunda categoria?!
Chama a atenção o descaso do município com os moradores do Bairro Vieno. Omissão histórica. Loteamento autorizado na década de 80 do século passado. Sem a mínima infraestrutura. Até hoje, o poder público não dá um tratamento minimamente digno aos moradores daquele local. É uma incompetência criminosa!
Fugindo da solução
O problema poderia ser minorado. Um vereador afirma já existirem recursos para asfaltar parte do bairro. O Prefeito já fez promessas. Antes das eleições, é claro... Mas, na contramão, preferiu asfaltar as ruas de pedras do centro. Inversão de prioridades?! Preconceito?! Incompetência?!
Genial
Agora, surge a idéia brilhante. Cobrar o asfaltamento dos moradores que possuem mais de um lote no bairro. Fantástico, se não fosse mais um assalto aos cidadãos. As ruas são bens de uso de todos. Não só de quem mora nela. Asfaltar ruas é obrigação do município. Tarefa a ser custeada com o dinheiro dos impostos. Chega dessa indecência de "pesquisa de asfalto". Isso é só mais uma jogada para enriquecer corruptos e empreiteiros. Basta!!!
Não adianta tampar o sol com a peneira. A Prefeitura comeu mosca. É inconcebível deixar aquela valeta aberta no Bairro Vieno. Pior: sem sinalização. O proprietário do veículo acidentado tem direito à indenização.O município irá pagar por isso. Ou melhor, nós iremos pagar por isso. É justo que ele receba. Mas não é justo que nós paguemos, mais uma vez, pela incompetência de agentes públicos.
Cidadãos de segunda categoria?!
Chama a atenção o descaso do município com os moradores do Bairro Vieno. Omissão histórica. Loteamento autorizado na década de 80 do século passado. Sem a mínima infraestrutura. Até hoje, o poder público não dá um tratamento minimamente digno aos moradores daquele local. É uma incompetência criminosa!
Fugindo da solução
O problema poderia ser minorado. Um vereador afirma já existirem recursos para asfaltar parte do bairro. O Prefeito já fez promessas. Antes das eleições, é claro... Mas, na contramão, preferiu asfaltar as ruas de pedras do centro. Inversão de prioridades?! Preconceito?! Incompetência?!
Genial
Agora, surge a idéia brilhante. Cobrar o asfaltamento dos moradores que possuem mais de um lote no bairro. Fantástico, se não fosse mais um assalto aos cidadãos. As ruas são bens de uso de todos. Não só de quem mora nela. Asfaltar ruas é obrigação do município. Tarefa a ser custeada com o dinheiro dos impostos. Chega dessa indecência de "pesquisa de asfalto". Isso é só mais uma jogada para enriquecer corruptos e empreiteiros. Basta!!!
BR-050 e os holofotes
A Câmara Municipal de Araguari, por meio de sua Comissão de Segurança, promoveu uma audiência pública para discutir a questão do aumento de número de mortes na BR-050. O assunto é sério. A audiência nem tanto.
Por um lado, é realmente preocupante a quantidade de acidentes, vários com vítimas fatais, que vêm ocorrendo na rodovia, sobretudo entre Uberlândia e o rio Paranaíba. Somente neste ano, 27 pessoas perderam a vida nesse trecho. Problema grave. Passa, sem dúvida, pela imprudência de motoristas e conta com a omissão criminosa do Estado. Assim, por esse prisma, a realização desse evento pela Câmara seria até louvável.
Contudo, como ocorre na maioria das audiências públicas naquela Casa, o que moveu os vereadores não foi somente essa preocupação. O interesse maior, ao que tudo indica, era aparecer na mídia e alavancar futuras investidas eleitorais. É a tal da síndrome do holofote, que atinge algumas autoridades públicas. Alguns fazem pose até para relâmpagos, pensando ser flash.
O porquê das críticas. A Câmara de Vereadores chega imensamente atrasada nessa discussão. Dezenas de vidas pereceram na rodovia e, somente agora, se tomou alguma atitude - de eficácia duvidosa -, diga-se de passagem). Os vereadores permaneceram inertes, por exemplo, quando da construção da nova ponte sobre o rio Araguari. Na ocasião, aventava-se a possibilidade de eliminar diversas curvas perigosissimas nas proximidades do rio. Nada foi feito.
Agora é tarde. O Ministério Público Federal, sempre ele, já saiu na frente. Diante da omissão do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes), ajuizou ação para tentar resolver o problema. Existe, inclusive, decisão judicial determinando a instalação de redutores de velocidade entre Uberlândia e Araguari. Esse, sim, foi um passo importante.
A propósito, os efeitos dessa audiência pública dificilmente ultrapassarão o campo midiático, principal objetivo dos vereadores integrantes da Comissão de Segurança da Câmara. Afinal, se o resultado da audiência se traduzir apenas no envio de requerimentos ao DNIT, ao Ministério Público Federal e ao Ministério dos Transportes, não seria preciso sequer realizá-la. Bastaria que a Câmara encaminhasse ofícios a quem de direito. Enfim, foi mais um jogo para a plateia num assunto tão relevante.
Por um lado, é realmente preocupante a quantidade de acidentes, vários com vítimas fatais, que vêm ocorrendo na rodovia, sobretudo entre Uberlândia e o rio Paranaíba. Somente neste ano, 27 pessoas perderam a vida nesse trecho. Problema grave. Passa, sem dúvida, pela imprudência de motoristas e conta com a omissão criminosa do Estado. Assim, por esse prisma, a realização desse evento pela Câmara seria até louvável.
Contudo, como ocorre na maioria das audiências públicas naquela Casa, o que moveu os vereadores não foi somente essa preocupação. O interesse maior, ao que tudo indica, era aparecer na mídia e alavancar futuras investidas eleitorais. É a tal da síndrome do holofote, que atinge algumas autoridades públicas. Alguns fazem pose até para relâmpagos, pensando ser flash.
O porquê das críticas. A Câmara de Vereadores chega imensamente atrasada nessa discussão. Dezenas de vidas pereceram na rodovia e, somente agora, se tomou alguma atitude - de eficácia duvidosa -, diga-se de passagem). Os vereadores permaneceram inertes, por exemplo, quando da construção da nova ponte sobre o rio Araguari. Na ocasião, aventava-se a possibilidade de eliminar diversas curvas perigosissimas nas proximidades do rio. Nada foi feito.
Agora é tarde. O Ministério Público Federal, sempre ele, já saiu na frente. Diante da omissão do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes), ajuizou ação para tentar resolver o problema. Existe, inclusive, decisão judicial determinando a instalação de redutores de velocidade entre Uberlândia e Araguari. Esse, sim, foi um passo importante.
A propósito, os efeitos dessa audiência pública dificilmente ultrapassarão o campo midiático, principal objetivo dos vereadores integrantes da Comissão de Segurança da Câmara. Afinal, se o resultado da audiência se traduzir apenas no envio de requerimentos ao DNIT, ao Ministério Público Federal e ao Ministério dos Transportes, não seria preciso sequer realizá-la. Bastaria que a Câmara encaminhasse ofícios a quem de direito. Enfim, foi mais um jogo para a plateia num assunto tão relevante.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Van engolida por valeta
Domingo, vinte e duas horas. Uma Van que transportava um grupo de Evangélicos quase se envolveu em uma tragédia. O motorista, Adriano Simão de Borges, disse que havia deixado várias pessoas em suas residências no bairro Vieno, entre elas varias crianças. Ao retornar, caiu em um buraco de quase dois metros de profundidade. O susto foi muito grande. As ruas estavam completamente alagadas e não deu para perceber o buraco. A Prefeitura de Araguari abriu várias valetas para escoar as águas das chuvas devido a falta de infra-estrutura. Segundo o motorista, a valeta chegou a pegar parte da via. Não havia nenhuma sinalização no local. Quando estava passando na via, o veiculo escorregou e caiu na valeta.
Adriano contou que se tivesse algum passageiro poderia acontecer uma tragédia: "o momento foi de desespero e eu fiquei trancado por cerca de dois minutos tentando sair e não conseguia. Quando percebi que o veiculo estava enchendo de água, consegui passar para o banco traseiro e quebrei o vidro do veiculo saindo e deixando tudo para trás, documentos, celular. Cheguei a pensar que morreria ali dentro e, quando estava passando um veiculo, pedi ajuda e acionei a Policia Militar e os Bombeiros.".
Colaboração: Repórter João Carlos de Almeida
sábado, 13 de novembro de 2010
Incompetência escancarada
Em 4 de janeiro deste ano, o jornal do governo, Correio de Araguari, noticiou a reforma parcial do Ginásio General Mário Brum Negreiros. Segundo a reportagem, estaria liberada para esse fim a quantia de R$ 476.666,66, sendo R$ 433.333,33 reais, oriundos de emenda parlamentar do então Senador Wellington Salgado, e R$ 43.333,33, decorrentes da contrapartida do município.
Na ocasião, o "imparcial" períódico trouxe explicação do Secretário de Esportes, Horácio Nascimento, no sentido de que, apesar de os recursos serem insuficientes para uma ampla reforma, o município faria "partes das reformas necessárias, completando-se os trabalhos mais tarde, quando se conseguir novos recursos". O jornal afirmou, ainda, que a "liberação dos recursos depende de complementação de documentação pela Prefeitura junto à Caixa.".
Pois bem, até agora, nada foi feito a não ser a colocação de vistosas placas em frente ao Ginásio, anunciando a reforma.
Pairam dúvidas. Quais motivos impediram o início das obras?. Seria mais um caso de incompetência explícita do governo municipal? Será que, de janeiro a dezembro, não transcorreu tempo suficiente para a Prefeitura complementar a documentação junto à Caixa Econômica Federal? Será que o município está tão rico a ponto de desprezar recursos conseguidos a duras penas junto ao governo federal?
Com a palavra os representantes do novo modelo de desadministração...
Morte em nome de Deus
Mulher cristã é condenada à morte por enforcamento no Paquistão
Um tribunal paquistanês condenou à morte uma mulher cristã, mãe de cinco filhos, por blasfêmia, provocando a revolta de grupos de defesa dos direitos humanos nesta quinta-feira.
Asia Bibi, de 45 anos, recebeu sua sentença ainda na segunda-feira (8) em uma corte do distrito de Nankana, na província central de Punjab, a 75 quilômetros de Punjab.
O Paquistão nunca executou um réu por blasfêmia, mas o caso joga luz sobre a polêmica lei islâmica do país, que incentivaria a ação de extremistas.
O processo de Asia começou em junho de 2009, quando ela foi buscar água enquanto trabalhava no campo. Um grupo de camponesas muçulmanas, no entanto, protestou, afirmando que uma mulher não muçulmana não deveria tocar o jarro d'água do qual elas também beberiam.
Dias depois, o grupo de muçulmanas procurou um clérigo local e denunciou Asia, indicando que ela teria feito comentários depreciativos sobre o profeta Maomé. O sacerdote, por sua vez, procurou a polícia local, e uma investigação foi aberta.
Asia foi presa no vilarejo de Ittanwalai e indiciada sob a seção 295 C do Código Penal paquistanês, que inclui a pena de morte. O juiz Navid Iqbal, que a condenou à morte por enforcamento, "excluiu completamente" qualquer hipótese de que a ré tivesse sido falsamente acusada, afirmando que não há "circunstâncias atenuantes" no caso, de acordo com o texto do veredicto.
O marido de Asia, Ashiq Masih, de 51 anos, disse que pretende apelar da condenação de sua mulher, que ainda precisa ser ratificada pela corte de Lahore, a mais alta de Punjab, antes de ser executada. "O caso é infundado e nós entraremos com um recurso", declarou. O casal tem três filhas e dois filhos.
Segundo ativistas dos direitos humanos e defensores das minorias, é a primeira vez que uma mulher é sentenciada à morte por enforcamento no Paquistão por blasfêmia. Um casal foi condenado à prisão perpétua no ano passado pela mesma acusação.
"A lei da blasfêmia é completamente obscena e precisa ser derrubada em sua totalidade", disse Ali Dayan Hasan, porta-voz da organização Human Rights Watch (HRW).
Cerca de 3% da população paquistanesa, que chega a 167 milhões de pessoas, é composta por não muçulmanos.
CASO SAKINEH
O caso de Asia Bibi pode ganhar repercussão internacional após a polêmica gerada em torno de outra condenação à morte, no Irã, de Sakineh Mohammadi Ashtiani.
O caso de Sakineh, de 43 anos, atraiu a atenção do mundo inteiro, em uma campanha que mobilizou inúmeros governos e entidades humanitárias. Considerada culpada de adultério pela Justiça iraniana, ela foi condenada à morte por apedrejamento, mas a pena acabou sendo suspensa no início de setembro.
No final do mês passado, autoridades locais anunciaram o castigo de enforcamento como punição pela participação na morte do marido. A medida foi logo retificada pela Chancelaria do Irã, a qual afirmou que as formalidades legais do processo ainda não estavam concluídas.
Entre os que tentaram intervir estiveram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu a libertação de Sakineh e ofereceu-lhe asilo. Em resposta, o governo de Mahmoud Ahmadinejad afirmou que o brasileiro estava "desinformado" sobre o caso.
Fonte: FRANCE PRESSE, EM LAHORE (PAQUISTÃO)
Pergunta do Blog:
Até quando continuaremos matando em nome de Deus?
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Mais um homicídio
Suposto autor denunciou anonimamente que havia matado.
A sala de operações da 9ª Cia. de Policia Militar recebeu uma ligação anônima, via 190, informando que havia um corpo entre os vagões da linha férrea, próxima a passarela do bairro São Sebastião. O telefonema ocorreu por volta das 6 horas e 30 minutos. A pessoa disse que havia matado o homem e jogado o corpo entre os vagões, relatando ainda que a vítima lhe devia uma dívida de drogas.
Policiais militares foram até o local e confirmaram o ocorrido. De acordo com informações do Sgt°. Esli Vieira Ferreira, de imediato a área foi isolada, acionando-se o perito Donizete Oliveira, que constatou varias perfurações pelo corpo da vítima. Curiosos compareceram ao local. Momentos após, uma irmã da vítima fez o reconhecimento e afirmou ser o jovem Paulo Ernane Pereira da Cruz, de 22 anos. Segundo levantamento da Policia Militar, a vítima era usuário de drogas e a principal causa do homicídio realmente era envolvimento com tráfico de drogas em Araguari.
A Delegada de Policia, Dra. Mary Simone Reis, esteve no local, juntamente com uma equipe de detetives, iniciando as investigações. A delegada afirmou que, no momento, ainda era prematuro falar das circunstâncias do crime, "mas não descartamos o envolvimento da vítima com drogas, já estamos trabalhando no caso.". O corpo foi liberado para a funerária sendo transportado para o IML de Araguari.
Repórter João Carlos de Almeida
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