A Transparência Internacional – Brasil acaba de alertar que, apesar do Novo PAC prever R$1,3 trilhão em investimentos até o fim de 2026, somente uma pequena fração desses recursos possui dados públicos detalhados — aproximadamente 5,67% (R$79,5 bilhões) com informações acessíveis além da simples identificação das obras. (Transparência Internacional - Brasil)
➡️ Do total de 23.059 obras cadastradas, apenas cerca de 35,98% têm algum detalhamento disponível em portais públicos.
📉 A ONG avaliou 99 indicadores de transparência em nove módulos ao longo do ciclo dos investimentos: seis desses módulos não apresentaram qualquer informação disponível, incluindo dados sobre planejamento, licitações, riscos e impactos socioambientais.
⚠️ Riscos à vista: segundo a Transparência Internacional, essa escassez de dados facilita fraudes, corrupção, má gestão e dificulta o controle social dos recursos públicos — especialmente em obras de grande impacto, como usinas, infraestrutura energética e projetos com efeitos ambientais significativos.
🔎 A crítica reforça que a baixa transparência também dificulta o monitoramento dos impactos sociais e ambientais, assim como a avaliação do uso e destino dos bilhões investidos em nossas cidades e regiões.
📌 Conclusão: Uma política pública tão relevante como o PAC precisa de transparência total, com dados abertos, integrados e atualizados — não apenas para prevenir irregularidades, mas para fortalecer o controle social e a participação cidadã.
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