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terça-feira, 17 de novembro de 2020

TCE/MG constata irregularidades na compra de gêneros alimentícios da merenda escolar

 


O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais - TCE/MG constatou irregularidades na gestão municipal durante auditoria com o fim de examinar a compra de gêneros alimentícios para merenda escolar no período de janeiro a setembro de 2017 e nas condições de armazenagem e utilização desses produtos. 

Entre as falhas, verificou que as aquisições eram realizadas sem estarem embasadas no cardápio planejado pela nutricionista e os processos licitatórios eram abertos sem a devida autorização da autoridade competente.

No tocante ao primeiro ponto, observou que o então Secretário Municipal de Educação, Werley Ferreira de Macedo, requisitante das contratações, não fez quaisquer referências às fontes ou origens das escolhas dos produtos que se pretendeu comprar em seis pregões e uma chamada pública.

Acerca do segundo aspecto, constatou a ausência de autorização para realização de quatro licitações por parte da então  Secretária Municipal de Administração, Thereza Christina Griep.

Ao final, o TCE/MG deixou de aplicar penalidade à senhora Thereza Cristina Griep, limitando-se a recomendar que ela formalizasse as autorizações para abertura de processos licitatórios na modalidade pregão. Recomendou, ainda, ao então titular da Secretaria Municipal de Educação que, nas futuras licitações, demonstrasse efetivamente a participação de nutricionistas na confecção dos cardápios que servem como parâmetro nos processos licitatórios de compra de alimentos para a merenda escolar. 

Observação:

Dois aspectos não mencionados explicitamente na decisão do TCE/MG dizem respeito às condições sanitárias das cantinas das unidades escolares municipais e à concessão de aumentos contratuais a fornecedores. São questões relevantes que abordaremos em outro post.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Tubertino pede cassação da chapa Major Renato/Maria Cecília

   


O candidato Tubertino Sena Pereira e a Coligação Araguari Unida, Mais Forte ajuizaram Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra a Coligação Araguari Eficiente - composta pelos partidos Republicanos, Solidariedade, Patriotas, PSL e MDB -,  Major Renato Carvalho Fernandes, Maria Cecília de Araújo, Instituto de Administração & Gestão Educacional Ltda., Sociedade Beneficente Sagrada Família, José Júlio Antunes Lafayette Silveira Martins Rodrigues Pereira e Sebastião Joaquim Vieira (Tiãozinho) por atos de abuso do poder econômico e político supostamente praticados nas eleições municipais.

Os autores alegaram, em suma, que os candidatos Major Renato Carvalho e Maria Cecília agiram de forma ilícita, aproveitando-se do apoio político e econômico oferecido pelo senhor José Júlio e pelo grupo IMEPAC/SOCIEDADE SAGRADA FAMÍLIA para promoverem sua campanha eleitoral. Além disso, esses candidatos contaram com a promoção pública de seus nomes por parte do vereador Tiãozinho durante o uso da tribuna da Câmara, privilégio inacessível aos demais candidatos. 

Ao final, os autores pedem a cassação do diploma ou do eventual mandato dos candidatos Major Renato,  Maria Cecília e Tiãozinho, bem como a condenação desses e do investigado José Júlio à sanção de inelegibilidade pelo prazo de 08 (oito) anos.

MPMG investiga compra ilegal de votos em Araguari, no Triângulo Mineiro


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) realizou no último sábado, 14 de novembro, uma operação para investigar a possível compra ilegal de votos de eleitores do município de Araguari, no Triângulo Mineiro. Está sendo apurada a simulada contratação de pessoas para trabalharem como fiscais nas eleições municipais, realizadas no domingo, 15. Os ilícitos teriam sido praticados por candidatos e partidos políticos. Um candidato foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.


Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral, os quais se destinaram a comitês eleitorais e residências de alguns candidatos e de pessoas envolvidas nas campanhas.

A Operação Voto Livre, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), de Uberlândia, foi realizada com o objetivo de produzir provas dos ilícitos em investigação em trâmite no MPMG.

Os materiais arrecadados serão objeto de análises e perícias a serem realizadas pelo Gaeco com o intuito de obtenção de provas dos crimes cometidos pelos investigados.

Segundo a apuração, alguns candidatos e partidos políticos teriam captado ilegalmente votos de eleitores por meio de pagamentos que simulavam a remuneração por suposto trabalho como fiscais nas eleições. A prática, além de imoral, é prevista como crime pela legislação eleitoral  (artigo 299 do Código Eleitoral), com pena de até quatro anos de prisão, além de configurar infração cível eleitoral do artigo 41-A da Lei das Eleições.

De acordo com o MPMG, a investigação aponta que alguns candidatos teriam prometido ajuda e benefícios em troca do voto de eleitores, inclusive em relação a serviços públicos essenciais, como na área da saúde.

Conforme o MPMG, um dos candidatos teria usando seu cargo público para intervir em favor de eleitores, com nítido interesse eleitoreiro, a fim de angariar votos de forma ilegal e abusiva.

Operação Voto Livre contou com a participação de dois promotores de Justiça e 34 policiais militares, sendo que todos os mandados cumpridos foram em Araguari.

Censura judicial



sábado, 14 de novembro de 2020

Receita de pão de laranja

 


Ingredientes:

  • 500 g de farinha de trigo
  • 35 g de fermento biológico
  • 250 ml de suco de laranja gelado
  • 3 ovos
  • 10 g de sal
  • 150 g de açúcar
  • 150 g de margarina ou manteiga
  • Raspas de laranja
Fonte: Tudo Gostoso (clique aqui).

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Vereador acusa funcionário da Câmara de aliciamento de apoiadores


Vereador Paulo do Vale, candidato a prefeito, afirma que "Adriano do Gazeta" (presidente do Patriotas e funcionário da Câmara) estaria aliciando seus apoiadores. De acordo com o vereador, o presidente do Legislativo, Wesley Lucas, mostrou-se conivente com essa situação. E aí, Ministério Público, vai ficar por isso mesmo?

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

TCU flagra candidatos a vereador e a prefeito de Araguari recebendo auxílio emergencial mesmo tendo patrimônio superior a R$ 300 mil





O Tribunal de Contas da União - TCU divulgou lista com os nomes dos candidatos que declararam patrimônio igual ou superior a R$ 300mil e que receberam alguma parcela do auxílio emergencial até julho de 2020. De acordo com o TCU, esses casos demonstram potenciais integrantes do rol de inclusões indevidas do benefício, uma vez que os indícios apontam renda incompatível com as regras do programa


Alertas feitos pelo TCU:

• Os resultados são apenas indícios de renda incompatível com o auxílio;

• Há risco de erro de preenchimento pelo candidato;

• Há risco de fraudes estruturadas com dados de terceiros;

• Só o Ministério da Cidadania pode confirmar se o pagamento é indevido;

• Só o TSE pode confirmar eventuais crimes eleitorais;

• O papel do TCU é garantir o bom uso do dinheiro público;

• Os dados dos candidatos são públicos e estão disponíveis no site do TSE;

• Os dados dos beneficiários do auxílio são públicos e estão no Portal da Transparência.

Clique aqui e veja a lista dos candidatos a vereador e a prefeito de ARAGUARI flagrados pelos TCU.

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