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quarta-feira, 20 de março de 2019

Ministério Público suspeita de irregularidades na atuação de ex-sócio do Correio de Araguari


O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais - TCEMG está apurando irregularidades em contratos celebrados pelo Município com o jornal Correio de Araguari, para a execução de serviços de diagramação, digitalização e impressão do "Correio Oficial" (clique aqui).  Foram constatadas irregularidades na licitação e execução dos Contratos nºs 404/2011 e 177/2016, incluindo diversos aditivos, em valores de aproximadamente R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) anuais.

O Ministério Público de Contas de Minas Gerais - MPC considerou irregular a contratação pelo Município de Araguari do Correio de Araguari, que tinha como sócio o senhor Rafael de Souza Caetano, ex-servidor municipal, a quem competia, entre outras funções, justamente examinar a regularidade dos processos licitatórios realizados pelo Município.

De acordo com o MPC (imagem acima), o senhor Rafael de Souza Caetano:
- deixou a sociedade do jornal no dia 6 de abril de 2011 e assumiu o cargo de assessor jurídico da Prefeitura no dia seguinte;
- foi exonerado do cargo público em fevereiro de 2013;
- em abril de 2013, se apresentou em uma petição judicial como sócio do Correio de Araguari;
- declarou à epoca, como endereço profissional (escritório de advocacia), o mesmo local onde funcionava o jornal: Rua Bias Fortes nº 510;
- possuía o mesmo domicílio de Lorraine Macedo de Sousa, que, aos 16 anos de idade, adquiriu dele as cotas da sociedade do jornal;
- atuou como assessor jurídico no Pregão Presencial nº 138/2011, vencido pelo Correio de Araguari. 

Com base nesses e em outros indícios, o TCEMG determinou a citação de diversos responsáveis para apresentarem defesa.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Toma lá, dá cá!

Durante a campanha...


Depois das eleições...



Saiba quando você poderá se aposentar


O projeto de Reforma da Previdência enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional reduz substancialmente o valor dos benefícios previdenciários, retarda o início da aposentadoria e restringe o alcance da assistência social (LOAS, por exemplo).

O que fazer? Procure se informar mais sobre o assunto. Comece calculando a data em que poderá se aposentar. Para isso, use a calculadora criada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconomicos - DIEESE (clique aqui). 

Além disso, busque informações junto ao INSS, muitas das quais podem ser acessadas por meio da internet no Meu INSS (clique aqui).


sexta-feira, 15 de março de 2019

Ferrovia Norte-Sul: procurador do TCU diz a Bolsonaro que licitação possui irregularidades e foi direcionada a duas empresas


Em seu perfil no Twitter, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União - TCU, Júlio Marcelo de Oliveira, disse ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que a licitação da Ferrovia Norte-Social contem graves irregularidades e deve ser suspensa.

Segundo o procurador, a licitação irá beneficiar a Vale ou alguma empresa ligada a ela:

"Foi desenhada no governo passado com todas as características para restringir a competição e favorecer a Vale ou uma empresa a ela ligada."
Outra empresa beneficiada seria a Rumo:
"Isso afasta qualquer interessado que não seja ligado à Vale, que tem saída pelo norte, ou à Rumo, que tem saída pelo Sudeste, no Porto de Santos."
De acordo com o procurador, as demais empresas não se interessariam pela licitação, uma vez que não teriam assegurado o "direito de passagem", ou se seja, não poderiam usar outros trechos de ferrovias já concedidos para levarem seus trens aos portos.

Ao final, pediu ao presidente:
"Vossa Excelência pode corrigir esse erro antes que se consume. A continuidade da licitação nesses termos será um erro colossal, com consequências danosas para os próximos 30 anos do país!Como brasileiro, peço que não deixe isso acontecer."

Pagando a conta


Durante a campanha, eleitores bolsonariamos compartilharam, à exaustão, o conteúdo da página República de Curitiba, que apoiou o candidato Jair Bolsonaro.

Agora, todos nós vamos pagar a conta. A administradora da página, Elisângela Robson, foi nomeada para a assessoria do senador Flávio Bolsonaro. Durante a campanha, a então candidata a deputada federal pelo Distrito Federal, não eleita, recebeu R$ 25 mil do fundo partidário (dinheiro público). Seu maior gasto, R$ 14,9 mil (59% do total), foi com o próprio marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas, que teria prestado serviços para a esposa-candidata.

Clique aqui e leia a reportagem na Gazeta do Povo.

quinta-feira, 14 de março de 2019

MP aciona ex-prefeito de Catalão e empresa de limpeza pública por superfaturamento

Ex-prefeito Jardel Sebba (fonte: http://www.blogdeolhonacidade.com.br)
O ex-prefeito de Catalão Jardel Sebba, a empresa Corpus Saneamento e seu sócio Cineas Feijó Valente foram acionados pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) por improbidade administrativa, devido a contratos irregulares de prestação de serviços de limpeza pública em 2013 e 2014. Além da dispensa ilegal de licitação, que resultou no firmamento de dois contratos emergenciais com a Corpus Saneamento em 2013, o município contratou a mesma empresa em 2014 após licitação contestada pelo Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO). O último contrato também apresentou superfaturamento, segundo perícia do TCM, superior ao valor de R$ 2 milhões.
Segundo a promotora de Justiça Ariete Cristina Rodrigues, que ajuizou a ação civil por improbidade administrativa no dia 11 de fevereiro, os dois contratos de emergência firmados em 2013 tiveram duração de seis meses, prazo máximo permitido na modalidade de dispensa de licitação. Apesar de haver embasamento legal em situação de emergência ou calamidade, tem sido discutido o enquadramento de contratos para serviço de coleta de lixo nesta categoria. Muitos desses contratos, de acordo com a promotora, são “fruto, na verdade, da desídia, inércia e descaso da administração pública municipal, decorrente da falta de planejamento adequado para tratar a execução do serviço”.
O contrato firmado no início de 2014 foi resultado de concorrência pública que prejudicou o caráter competitivo, ao fazer exigência de qualificação técnica para serviços com pouca relevância ou valor significativo considerando o total, o que contraria a Lei de Licitações e Contratos. Outra infração à lei foi a exigência de quantidades mínimas ou prazos máximos.
Para o MP, os referidos contratos infringiram os princípios da administração pública, como economicidade, proporcionalidade e razoabilidade. Como explica a promotora na ação, “o poder público deve perseguir o maior alcance ao interesse da coletividade, empreendendo-se o menor esforço financeiro possível”.
Pedidos
O MP requer a condenação dos acionados por improbidade administrativa, impondo-lhes a sanção de proibição de contratação com o Poder Público e de receber benefícios ou incentivos fiscais, além da suspensão dos direitos políticos. A promotora também pede a condenação do ex-prefeito e do empresário na obrigação de ressarcirem integralmente os danos materiais e morais causados a Catalão. Requisita, ainda, que seja determinado aos requeridos que paguem multa civil de três vezes o valor dos danos causados ao erário. (Texto: Melissa Calaça – Estagiária da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

De quem é a culpa?


Por que será que adolescentes se tornam assassinos? Um conjunto de fatores contribui para isso. Mas, sem dúvida, também tem culpa um governo que, além de não oferecer saúde, educação e segurança aos brasileiros, defende o armamento da sociedade como remédio para todos os males.

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