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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Assaltantes amarram vítimas e levam aproximadamente 20 mil reais


    Quarta-feira, por volta das vinte e três horas, a Policia Militar foi acionada na Rua Duque de Caxias, onde ocorreu um assalto. As vitimas ficaram amarradas e passaram por momentos de terror. Quatro homens pularam o muro da residência e renderam as vitimas dentro da casa. Três dos assaltantes estavam de arma em punho.
    O comerciante Jair Polo contou que um dos autores ficou todo o tempo com um revolver apontado para seu ouvido e os homens ameaçavam as vitimas, perguntando onde estava o dinheiro. Foram colocados panos dentro da boca das vitimas.
    Os assaltantes levaram aproximadamente R$20.000,00 em dinheiro e um aparelho celular. Durante o assalto, cortaram o fio do telefone fixo deixando as vítimas sem comunicação e fugindo para rumo ignorado. O comerciante disse ainda que foi roubado pela 5ª vez e que não sabe mais como fazer, não aguenta mais trabalhar para bandidos levar todo o fruto do seu trabalho.
    A Polícia realizou rastreamento, mas não conseguiu localizar os autores. Foram passadas características dos assaltantes e algumas pessoas estão sendo investigadas.

Colaboração do Repórter João Carlos 

Observatório Policial


O grupo de policiamento motorizado (GPMOUR) foi acionado no bairro Independência, para atender uma ocorrência de agressão física. Chegando lá, constatou que o autor fugira, levando uma bicicleta e um vidro de perfume da vitima, que é sua amasia. Após rastreamentos, o acusado Marcelo Gomes da Silva foi preso, mas não se encontrava com os produtos da vitima. O autor informou que havia trocado a bicicleta por uma pedra de crack em um ponto de vendas de drogas na parte alta do bairro Goiás. Após estas informações, a Polícia deslocou-se até a Avenida Paraná n° 30, parte alta do bairro Goiás, em uma casa freqüentada por vários usuários para o consumo de drogas,  local conhecido como "biqueira".
A equipe comandada pelo Cabo Amador Júnior conseguiu fazer a apreensão de 38 pedras de crack, uma porção de maconha e certa quantia em dinheiro, conseguindo fazer a prisão do acusado de tráfico, Vércio Alves Amaral, que negou sua participação no tráfico e afirmou ser usuário. O cabo Amador Júnior, afirmou que sempre que os autores de tráfico são abordados, negam sua participação no tráfico, mas o acusado foi flagrado e as testemunhas afirmaram que o acusado Vércio vende droga no local e as pessoas fazem o uso dentro da casa para não serem flagradas pela polícia.
Após diligencias e uma conversa com os autores, foi possível recuperar a bicicleta da vitima e
ainda foi apreendido um menor acusado de receptação.
Colaboração do Repórter João Carlos de Almeida

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Matutando...

Privatização da SAE
Ninguém sabe se a SAE será ou não privatizada. O que se pode afirmar, com certeza, é que a autarquia não está cumprindo bem a sua função. Utilizada como cabide de empregos e enfraquecida por más gestões, a qualidade dos seus serviços vem caindo consideravelmente. Vale lembrar que, no Brasil,  abandono é indício de iminente privatização.

Bolsa-Família
Satanizado por alguns durante a campanha presidencial, o programa de transferência de renda às famílias em condição de pobreza e extrema pobreza vem trazendo muitos benefícios à cidade. Em Araguari, mais de 5.700 pessoas são beneficiárias do Bolsa-Família. Somente neste ano, a União transferiu diretamente para essas pessoas a quantia total de R$ 2.707.792,00.

Ainda, o Bolsa-Família
Esses dados nos obrigam a algumas reflexões. Primeiro, sem o benefício, o nível de desenvolvimento da cidade, nos últimos anos, seria o mesmo? Segundo, se esse benefício federal fosse pago, via Prefeitura, quanto se perderia na burocracia e corrupção municipal?

Perdendo o trem
 Termina em 31 de dezembro a vigência do convênio para a restauração da Estação de Stevenson. Em 2 de julho de 2008, a União liberou R$ 487.500,00 para execução da reforma. Ao que tudo indica, vai ser necessário, mais uma vez, prorrogar o prazo de vigência do convênio. Desse jeito, o movimento naquela estação vai continuar parado...

Advogada pede exoneração da equipe de transição


Acusada de envolvimento com a chamada máfia dos sanguessugas, a advogada Christiane Araújo de Oliveira, 30 anos, entregou hoje (11) seu pedido de exoneração da equipe de transição do governo. De acordo com a assessoria da transição, o pedido de exoneração foi aceito e será publicado amanhã (12) no Diário Oficial.
Christiane de Oliveira foi denunciada em 2008 pelo Ministério Público Federal sob acusação de envolvimento com a máfia dos sanguessugas, esquema que envolvia fraudes em licitações para a compra de ambulâncias por prefeituras.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/advogada+pede+exoneracao+da+equipe+de+transicao/n1237824837502.html

Pitaco do blog
A nomeação não foi republicana. O "pedido" de exoneração foi um ato de bom senso. Parabéns aos órgãos de imprensa que, tornando público o envolvimento da nomeada com a máfia das sanguessugas, conseguiram evitar que uma potencial raposa fosse escalada para cuidar das galinhas.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Rios de Lama

Moradores ilhados e a Prefeitura...nada.
É essa a situação dos cidadãos que moram no Bairro Palmeiras do Império. Enquanto as águas sobem, a credibilidade do novo modelo de administração desce.
É pública e notória a omissão do poder público, responsável pelos rios de lama em que se transformaram as Ruas Coromandel, Araxá e outras. Parece que nem mesmo a audiência pública realizada pelo Ministério Público conseguiu resolver o problema da falta de infraestutura nas ruas do bairro.



Fotos tiradas pelo Repórter João Carlos de Almeida

terça-feira, 9 de novembro de 2010

33 mineiros brasileiros presos em uma mina

Este texto circula na internet. Traduz bem a realidade brasileira.

Um grupo de 33 mineiros BRASILEIROS fica preso em uma mina a 700 metros de profundidade.
 
1) O Governo Brasileiro (qualquer que seja o partido) cria uma comissão supra-partidária para iniciar o resgate, incluindo 25 membros da situação e 19 da oposição. Cada membro com direito a 5 assessores e dois secretários. Os trabalhos atrasam três meses, porque não houve acordo para nomear o presidente da comissão.

2) Como as despesas não estavam previstas, o Governo cria uma CPMF (Contribuição Provisória para Mineiros Ferrados), que, embora provisória, tem vigência até 2050.

3) O Chile oferece-se para emprestar os equipamentos utilizados no salvamento daquele país, mas a carga fica retida na alfândega brasileira por mais de três meses. O chefe da fiscalização somente os libera após o pagamento de propina.

4) Depois, os equipamentos ficam parados na estrada brasileira por quase dois meses, pois um grupo de manifestantes bloqueou a rodovia.

5) O consulado brasileiros em Santiago demora dois meses para conceder visto de entrada aos chilenos operadores do guindaste e da cápsula de salvamento, pois eles não puderam comprovar fonte de renda no Brasil.

6) Quando finalmente tudo foi ?regularizado?, o Sindicato Brasileiro dos Operadores de Máquinas entra na Justiça com uma liminar proibindo o trabalho dos chilenos, pois eles não eram sindicalizados.

7) Como a Justiça brasileira é bastante ágil, a liminar é "prontamente" derrubada em seis meses e é permitido o trabalho dos chilenos.

 
8) Quando o guindaste desce a cápsula de salvamento, o cabo de aço se rompe, pois compraram um cabo de péssima qualidade, embora a preço de ouro.

9) Cria-se uma CPI para levantar as responsabilidades. Depois de quatro meses de discussão, acaba sendo arquivada pelo Conselho de Ética do Senado.

10) FINALMENTE, depois de dois anos e meio, chega o dia do primeiro resgate. SURPRESA!!!! O resgatado é o único que ficou preso na mina, pois os outros 32 eram funcionários ?fantasmas? e nunca tinham entrado nela. 


"BRASIL!!!! UM PAÍS DE TOLOS..."

TCU aponta irregularidades graves em 32 obras; 18 do PAC

Milton Júnior
Do site Contas Abertas
O Tribunal de Contas da União (TCU) definiu na manhã de hoje a relação de obras com indícios de irregularidades graves e que deverão ser encaminhadas ao Congresso Nacional. Das 231 obras analisadas in loco, 32 apresentam indícios de irregularidades graves. Destes empreendimentos, 18 integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na interpretação do TCU, estas obras deveriam ser paralisadas. As principais irregularidades detectadas foram sobrepreço, superfaturamento, licitação irregular, falta de projeto executivo e problemas ambientais. O montante de recursos fiscalizados neste ano foi de R$ 35,6 bilhões.
Além da indicação de paralisação, o TCU recomendou a retenção parcial de valores em outros seis empreendimentos. Como nos anos anteriores, as obras de transportes apresentaram os maiores indícios de irregularidades graves. Os órgãos federais com mais empreendimentos nesta situação foram o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) e o Ministério das Cidades.
Dentre as obras do PAC identificadas pelo tribunal constam a Ferrovia Norte-Sul, a modernização e adequação da produção na refinaria Getúlio Vargas (Repar) e, novamente, a Refinaria Abreu e Lima. Clique aqui para ver os demais empreendimentos do programa.
Em relação à dotação orçamentária fiscalizada, a maior parte envolveu empreendimentos de energia em razão do vulto de investimentos da Petrobras. Com 74 obras analisadas, o Nordeste foi a região com a maior inspeção. O Sudeste teve 62 obras fiscalizadas. O Norte, 42. O Centro-oeste, 28. O Sul, por sua vez, teve 25. A economia gerada pela fiscalização está avaliada em 2,6 bilhões.
As obras com indícios de irregularidades graves podem ter seus recursos bloqueados no orçamento do próximo ano caso seja comprovada a potencialidade de prejuízos ao erário ou a terceiros e seja configurado grave desvio. Por outro lado, a proposta orçamentária permite a continuação da execução física, orçamentária e financeira dos serviços em que foram identificados os indícios, desde que sejam adotadas medidas saneadoras pelos órgãos responsáveis e haja garantias da cobertura integral dos potenciais prejuízos à máquina pública.
O relatório do TCU é elaborado anualmente por determinação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Está é a 14ª edição do relatório do Fiscobras. Depois de examinado pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, o texto passa a ser um dos anexos da proposta orçamentária do ano seguinte. Ao votar o parecer da comissão sobre essa proposta, o Congresso dá a palavra final sobre as obras que ficarão interrompidas. Os recursos, no entanto, voltam a ser liberados depois da correção dos problemas apontados pelo TCU.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no final do primeiro semestre de 2010 estabelece que deputados e senadores sejam ouvidos antes da paralisação das obras irregulares que constam no relatório do TCU. De acordo com a LDO, esta é uma forma de discutir os impactos econômicos e sociais do bloqueio de recursos na Lei Orçamentária para 2011 destinados a esses empreendimentos. Cabe ao Congresso decidir que contratos terão verbas bloqueadas no orçamento do próximo ano. Além disso, a lista pode mudar à medida que as irregularidades forem sanadas.
Fonte:

Pitaco do Blog:
Dois pontos merecem destaque. 
Primeiro, foi inserido na LDO um "gato" para evitar que as obras sejam imediatamente sustadas pelo Tribunal de Contas da União. Essa moda vai pegar. Logo, todos os Estados farão o mesmo.
Segundo, no embate entre o técnico e o político, advinhem qual critério sai vencedor? No caso noticiado, o trabalho dos auditores do TCU é eminentemente técnico. Contudo, esse rigor acaba sendo minimizado, num primeiro momento, pela atuação dos Ministros daquele Corte, que são escolhidos por critérios políticos e têm o poder de decisão. Além disso, por ser o TCU mero auxiliar do Poder Legislativo na fiscalização da gestão pública, os deputados e senadores detém o poder de enfraquecer ainda mais as decisões daquele Tribunal.
Diante disso, conclui-se que, no Brasil, alguns sistemas de controle (judicial, administrativo, político, etc.) foram feitos para não funcionar. Assim, podemos dizer que eles estão cumprindo bem esse objetivo. 

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