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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Onde estão as vacinas?
domingo, 7 de fevereiro de 2021
Imepac ajuíza ação criminal contra promotora
O Instituto de Administração & Gestão Educacional Ltda. (Imepac) e seu reitor, José Júlio Antunes Lafayette Silveira Martins Rodrigues Pereira, ajuizaram ação penal por crime contra a honra supostamente praticado pela promotora Cristina Fagundes Siqueira. O processo tramita no tribunal de Justiça de Minas Gerais e será relatado pelo desembargador Paulo Cézar Dias.
Vale lembrar que a promotora eleitoral Cristina Fagundes Siqueira ajuizou duas ações de investigação judicial eleitoral em face do Imepac e do reitor José Júlio, entre outros réus, por abuso do poder econômico em benefício da candidatura do prefeito Major Renat0.
Veja nos links:
Ministério Público pede a cassação da chapa Major Renato e Maria Cecília
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
Falta de transparência em contracheques da Câmara
Eis as dúvidas:
1) por que servidores exclusivamente comissionados ainda recebem quinquênio em Araguari? Motivo da pergunta: nos lugares onde ainda é paga, essa vantagem é típica de servidores concursados. Afinal, comissionados sem vínculo efetivo não integram a carreira do funcionalismo público.
2) qual o fundamento para descontos de mais da metade dos salários? Motivo da dúvida: o uso da palavra "OUTROS" não permite ao cidadão-contribuinte saber a que se referem esses descontos. Esse esclarecimento é importante. Primeiro, porque existem limites para consignações (desconto em folha de empréstimos bancários, por exemplo). Segundo, porque é necessário saber o motivo do desconto para se calcularem os descontos do INSS e Imposto de Renda.
sábado, 30 de janeiro de 2021
Só queria entender...
Como empresas sem nenhuma estrutura logística conseguem fornecer os mais variados produtos a quarteis do Exército localizados nas mais diversas (distantes) regiões do país?
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Brasil é o pior no ranking de combate à covid-19
Ministério Público questiona superfaturamento na compra de alimentos pelo governo federal
O subprocurador-geral do Ministério Público de Contas da União (MPC), Lucas Rocha Furtado, pediu que o Tribunal de Contas da União (TCU) apure a existência de superfaturamento na compra de alimentos por órgãos do Poder Executivo no exercício de 2020.
Furtado apontou que somente com a compra de chicletes, mais de R$ 2,2 milhões foram gastos. Pizza e refrigerante, juntos, somaram R$ 32,7 milhões. R$ 15 milhões foram consumidos na compra de leite condensado.
Inconformado com esse tipo de gasto, questionou:
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
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