Será que os investigados (políticos, empresários, jornalistas) pelo suposto apoio econômico do IMEPAC ao então candidato Major Renato colocariam os sigilos bancário e de dados (WhatsApp, por exemplo) à disposição da Justiça Eleitoral?
Será que os investigados (políticos, empresários, jornalistas) pelo suposto apoio econômico do IMEPAC ao então candidato Major Renato colocariam os sigilos bancário e de dados (WhatsApp, por exemplo) à disposição da Justiça Eleitoral?
O prefeito eleito, Major Renato, indicou para a equipe transição governamental a servidora Waldeni Vieira de Assis, responsável por fiscalizar os contratos celebrados pela Prefeitura com a empresa Nutri Nuts para fornecimento de pães da merenda escolar.
Fizemos uma enquete no grupo Observatório de Araguari no Facebook (clique aqui) para saber, na visão dos cidadãos, quais os maiores problemas do município. Corrupção foi a campeã, com 242 votos. Na sequência, saúde pública e falta de empregos tiveram, respectivamente, 184 e 148 votos. Acima, a lista dos 10 problemas mais lembrados.
De acordo com a ação de investigação judicial eleitoral ajuizada pelo Ministério Público Eleitoral, o IMEPAC pediu votos, de forma explícita, para o candidato Major Renato. Uma das formas usadas foi o disparo em massa de mensagens via WhatsApp para pessoas assistidas pelo Núcleo de Prática Jurídica da instituição de ensino.
Pitaco do Blog
Para refletir...
1) disparos em massa geram um custo financeiro mensurável que, aparentemente, não foi declarado nas contas da campanha;
2) pessoas jurídicas, como a IMEPAC, não podem financiar campanhas eleitorais;
3) extrai-se do pedido feito pelo MP que a IMEPAC teria usado um banco de dados de interesse público (assistência judiciária gratuita é um dever do Estado e um direito fundamental do hipossuficiente) para apoiar um candidato.
O vereador Sebastião Joaquim Vieira - Tiãozinho (PSL) foi denunciado pela prática do crime de peculato. Também foram denunciadas criminalmente pelo mesmo motivo: Ana Maria Braga (vice-presidente do SINTESPA) e sua filha, Luciana Cristina Braga Sales, que, de acordo com o Ministério Público (MP), seria "funcionária fantasma" do sindicato.
Segundo o MP, Tiãozinho e Ana Maria teriam desviado dinheiro do sindicato para si, diretamente ou em favor de terceiros. Por sua vez, Luciana teria se apropriado desses valores. Conforme a denúncia, tais atos criminosos, caracterizados pelo desvio de recursos oriundos de contribuição sindical (de natureza tributária), teriam ocorrido de forma contínua no período de abril de 2016 a março deste ano.
Antes de decidir sobre o recebimento ou não da denúncia, o Judiciário irá ouvir os denunciados.
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