Rádio Viola - Araguari-MG - 100% caipira!

terça-feira, 17 de março de 2020

Irresponsabilidade


Autores do pedido de impeachment de Dilma questionam capacidade política e mental de Bolsonaro para permanecer no cargo

Miguel Reale duvida da saúde mental do presidente. Janaína Paschoal quer impeachment de Bolsonaro.










Miguel Reale, um dos autores do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, duvida da sanidade mental de Jair Bolsonaro. Ele entende que o presidente deve ser considerado “inimputável”, por ter decidido participar do protesto em seu favor que pedia o fechamento do  Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), em plena epidemia do coronavírus:


“Seria o caso de submetê-lo a uma junta médica para saber onde o está o juízo dele. O Ministério Publico pode requerer um exame de sanidade mental para o exercício da profissão. Bolsonaro também está sujeito a medidas administrativas e eventualmente criminais. Assumir o risco de expor pessoas a contágio é crime”.

Já a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), coautora do pedido de impedimento de Dilma,  foi além. Em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo, ela pediu o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Veja abaixo:



sábado, 22 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Você conseguiria viver com um "aflitivo" salário de R$ 42 mil?










O subprocurador Nívio de Freitas Silva Filho reclamou diretamente ao Procurador-Geral da República, Augusto Aras, de sua remuneração na PGR. Disse estar "muito preocupado" em ter condições para permanecer no cargo. A reclamação foi feita em uma reunião extraordinária do Conselho Superior do Ministério Público Federal no dia 29 de novembro de 2019.

Apesar de receber uma remuneração bruta de R$ 42,2 mil, o subprocurador considerou a situação aflitiva:

"Está nos afligindo, está muito difícil, os vencimentos já não chegam ao final do mês. É uma situação aflitiva. Há uma quebra de paridade. Confesso que estou ficando muito preocupado se tenho condições de me manter no exercício da minha função. Facilmente posso demonstrar para todos como é oneroso para mim o exercício do cargo de subprocurador-geral da República. Tenho que manter aqui residência, todas as despesas e me preocupo profundamente".

As informações estão na coluna do jornalista Guilherme Amado, da Época (clique aqui).


Já publicamos aqui outros casos de descontentamento com esses "baixos" salários:

General Heleno reclama de ganhar "apenas" R$ 19 mil por mês

Miserê: procurador do MPMG reclama do salário de R$ 24 mil



terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

O jornalismo que não dá nomes aos bois



Eis aí a cara do jornalismo araguarino. Quantas vezes vemos matérias em que os "jornalistas" omitem os nomes dos envolvidos nos fatos? Muitas vezes, nem é notícia. É apenas fofoca ou opinião. Márcio Marques, do Gazeta, chama isso de "responsabilidade". Acho que é algo bem diferente. Escondendo os nomes, os "jornalistas" podem atacar quem quiserem. Não precisam "ouvir o outro lado". Podem agir como paus mandados de políticos ou de outras pessoas com poder. Infelizmente, essa tal "responsabilidade" é algo muito comum em parte da mídia araguarina.

Postagem em destaque

💰⚠️ R$ 276 mil por ano: a “nova sede” que nunca será do município

  🏥 "Inauguração" com aluguel: nova Farmácia Municipal não é patrimônio público A Prefeitura de Araguari divulgou, com destaque...